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A Frontier é uma das poucas picapes médias que mudou de filosofia de suspensão no meio da própria linha de produção brasileira — e isso explica boa parte da confusão que mecânicos e proprietários enfrentam na hora de comprar peça. A geração D22, vendida no Brasil de 2002 a 2016, manteve eixo rígido com feixe de molas na traseira, arquitetura robusta que sustentou a reputação da Frontier como picape de trabalho confiável em fazenda, obra e transporte de carga — muitas dessas unidades ainda circulam hoje, com quilometragem alta e histórico de uso severo.
A partir de 2017, com a chegada da NP300, a Nissan migrou para suspensão traseira multilink com mola helicoidal — uma mudança de engenharia que melhorou o comportamento da picape com a caçamba vazia, mas que eliminou completamente o feixe de molas como componente de manutenção. A Xterra, utilitário esportivo derivado da plataforma D22, manteve a configuração com feixe enquanto esteve em produção. Essa divisão entre gerações é o ponto central que qualquer comprador de peça Nissan precisa entender antes de fechar a compra.
A CMS Molas atende a linha Nissan — Frontier D22, Frontier NP300 e Xterra — com mais de 25 anos de especialização exclusiva em molas e suspensão para linha pesada, estoque de mais de 16.000 itens e pronta entrega nas unidades de Sertãozinho e Araraquara/SP.
A Frontier D22 e a Xterra demandam o catálogo clássico de suspensão por feixe de molas — feixe completo, bucha de olhal, grampo e suportes. A Frontier NP300 multilink demanda outro tipo de atenção: buchas dos braços de suspensão, coxins de fixação e batentes, sem feixe nem mola mestra envolvidos. A CMS atende as duas lógicas com os itens corretos para cada arquitetura, evitando que o cliente compre o item errado por desconhecer a mudança de geração.
O feixe de molas na Frontier D22 ganhou reforço de carga em relação às versões anteriores logo no início da produção nacional — resposta direta à demanda de frotistas e produtores rurais que usavam a picape para transporte de peso real, não apenas como veículo de passeio com aparência de trabalho. Esse feixe reforçado é o que sustenta a reputação da D22 como picape capaz de rodar centenas de milhares de quilômetros em uso severo sem comprometer a estrutura traseira. A Xterra, compartilhando suspensão e freios com a cabine dupla da mesma geração, segue exatamente a mesma especificação de feixe. A CMS atende feixes completos, molas mestras e lâminas para D22 e Xterra.
A bucha de olhal do feixe e o pino de fixação são os itens de maior frequência de substituição em D22 e Xterra com uso intenso de carga ou estrada de terra — o desgaste se manifesta como folga perceptível no eixo traseiro e ruído seco em terreno irregular, sintoma que se intensifica conforme a quilometragem avança. Os grampos de feixe completam a fixação do conjunto ao eixo, com especificação que se manteve estável ao longo dos anos de produção da D22, o que facilita relativamente a identificação do item correto em comparação com linhas que mudaram de especificação entre gerações.
Na Frontier NP300, a bucha que sofre maior desgaste não é de olhal de feixe — é a bucha dos braços de ligação do sistema multilink, que articula o eixo traseiro em múltiplos pontos para entregar o comportamento mais confortável que tornou essa geração referência em conforto na categoria. O desgaste dessas buchas se manifesta como folga e ruído na traseira de forma parecida com o que acontece em qualquer suspensão articulada, mas o componente e a lógica de substituição são completamente diferentes do feixe da D22. Confundir as duas gerações na hora de pedir a peça é o erro mais comum que a CMS identifica nas consultas sobre Frontier.
A D22, vendida no Brasil entre 2002 e 2016, é a geração que muitos proprietários ainda apontam como referência de confiabilidade na categoria de picapes médias — motor que resiste a centenas de milhares de quilômetros, suspensão traseira com feixe de molas dimensionado para carga real, e um histórico extenso de uso em fazenda, obra e transporte que comprovou a durabilidade do conjunto na prática, não apenas em ficha técnica.
Para quem mantém uma D22 em operação hoje, a maior parte das consultas de suspensão envolve veículos com quilometragem alta e histórico de uso severo — o que torna a especificação correta do feixe e da bucha decisiva para não comprometer o que ainda resta de vida útil no chassi.
A Xterra, lançada em 2003 sobre a mesma plataforma da Frontier cabine dupla, levou a suspensão traseira com feixe de molas para um utilitário esportivo numa época em que poucos concorrentes nacionais ofereciam essa combinação de robustez e configuração de passageiros. O resultado foi um veículo capaz de enfrentar uso rural intenso sem abandonar o conforto relativo de um utilitário de passeio.
Como compartilha suspensão e freios diretamente com a cabine dupla D22, a Xterra usa exatamente a mesma especificação de feixe, bucha e grampo — o que simplifica a identificação do item correto para quem mantém esse modelo, hoje mais raro de encontrar em operação do que a própria Frontier da mesma época.
A NP300, lançada em 2017, representou uma mudança real de filosofia de suspensão para a Frontier: a Nissan abandonou o eixo rígido com feixe de molas e adotou suspensão multilink com mola helicoidal, buscando resolver justamente a queixa mais comum sobre a geração anterior — a diferença de comportamento entre a caçamba vazia e carregada. O resultado foi elogiado pela imprensa especializada como o melhor conjunto de suspensão da categoria na época do lançamento.
Essa mudança de arquitetura significa que quem procura “feixe de mola para Frontier” sem especificar a geração provavelmente está com o pedido errado se o veículo for NP300 — não existe esse componente nessa suspensão. O que existe é um conjunto de buchas de braço e coxins que cumprem função equivalente de articulação e fixação, com lógica de desgaste e substituição própria. A CMS identifica a geração correta antes de indicar o item
A Frontier é talvez a linha onde confundir geração custa mais caro na hora de comprar peça — pedir feixe de mola para uma NP300 ou bucha de braço multilink para uma D22 são erros que só aparecem quando a peça chega errada e o veículo continua parado. A CMS reconhece essa divisão técnica entre as gerações e direciona cada consulta para o componente que o modelo realmente usa. Com foco exclusivo em molas e suspensão para linha pesada há mais de 25 anos e estoque de mais de 16.000 itens em pronta entrega, atende com a mesma precisão tanto a D22 que ainda trabalha na fazenda quanto a NP300 mais recente.
Se você procura feixe de molas, buchas, grampos, coxins ou mancais para suspensão de pickup Nissan, entre em contato pelo WhatsApp (16) 3945-9299 ou por comercial@cmsmolas.com.br. Prefere comprar direto? Acesse loja.cmsmolas.com.br. Atendimento de segunda a sexta das 7h30 às 18h, com pronta entrega em Sertãozinho e Araraquara/SP.